Ruanda

Região
África Oriental

Capital
Kigali

Extensão Territorial
26.340 Km²

Idioma
Francês

Idiomas Adicionais
Quiniaruanda e Inglês

População Total
10.942.950 habitantes

Fonte População
Indicators on Population. In United Nations Statistics Division. Demographic and Social Statistics. Statistical Products and Databases. Social Indicators, 2011.

Total PIB
5.655 milhões de US$

Total PIB
Indicators on Population. In United Nations Statistics Division. Demographic and Social Statistics. Statistical Products and Databases. Social Indicators, 2011.

Moeda
Ariary

Histórico
RUANDA - País africano limitado ao norte por Uganda, a leste pela Tanzânia, ao sul pelo Burundi e a oeste pela República Democrática do Congo. Seu nome vem da palavra de dialeto local, 'vanyaruanda', de tradução desconhecida. Os pigmeus twa foram os primeiros habitantes do território da atual Ruanda. No século XI, passaram a ser dominados pelos hutus. Entre os Séculos XIII e XIV, os tutsis invadiram e dominaram toda a região. Os alemães foram os primeiros europeus a conquistarem a região, no final do século XIX. Eles foram chamados a intervir em Ruanda pelo rei Yuhi V Mussinga, que pretendia dominar uma rebelião. Como havia uma coluna militar alemã na região, ele foi até ela. Como consequência, o país virou um protetorado alemão. As fronteiras do país só foram definidas em 1900, último ano do Século XIX. Após a Primeira Guerra, o país foi entregue à Bélgica que, depois da Segunda Guerra, o repassou para a administração da ONU. Esta reconheceu a independência do país em 1 de julho 1962. Durante todos estes movimentos de mudanças políticas, o pano de fundo eram as disputas entre tutsis e hutus, que resultaram em milhares de mortos e feridos. Em 1964, após um conflito sangrento entre as duas tribos, houve um genocídio com mais de 20 mil mortes. Vinte anos depois, o massacre chegou ao número inacreditável de 800 mil ruandeses. Em tempos atuais, o país prossegue em guerra civil. Em Ruanda, 56,6% vivem em extrema pobreza. Há uma média de 6,1 filhos para cada mãe. Há um consenso de que se as taxas de fertilidade não forem reduzidas o país entrará em colapso. O governo Bush, de forte conotação religiosa, e que costumava desencorajar o controle da natalidade, apoiou e financiou programas anticoncepcionais no país. Até a Igreja católica não coloca resistência aos programas de controle de natalidade, sendo Ruanda o único país do mundo onde o Vaticano se mantém flexível quanto a controle populacional. Entre 2001 e 2006, o atual presidente Paul Kagame conseguiu baixar a taxa de ruandeses que viviam em extrema penúria, de 60,4% para os atuais 56,6%.

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